quarta-feira, 18 de agosto de 2010



sempre me perguntei em que ponto da minha história, ou isso que eu chamo de vida, a música se tornou minha válvula de escape pra tudo. um refugio, não sei...um lugar onde eu me encontro, e me sinto simplesmente pleno em relação ao que fui e o que sou. as vezes incomoda, o fato de conseguir expressar tudo aquilo que eu sou incapaz de fazê-lo, ao me levar a lugares onde eu nunca deveria ter estado, ou a outros que eu sei que por mais que eu queira, aquela voz racional te diz que na verdade nunca vai existir.
mas toda essa sinestesia me acalma, de um jeito que só eu entendo.talvez seja um caso de amor e ódio, assim como aqueles pequenos prazeres que vão te destruir a longo prazo, mas que você não abre mão por nada, porque, de fato, é neles que eu me apoio diante de minha fraqueza e imaturidade.
e enquanto a loucura só acaba de começar, eu vou cantando a plenos pulmões: "i don't need love, i've got my band".

Nenhum comentário:

Postar um comentário